O trabalho do tecnólogo em Ciências Equinas, o hipologista é focado na aplicação de um conjunto de conhecimentos e técnicas ao treinamento e reabilitação da saúde de cavalos. O curso de Ciências Equinas está ligado aos cursos de Medicina Veterinária, Zootecnia e Agronomia pela preocupação com o bem estar e saúde de animais equestres. saiba mais »
Embora não pareça, o cavalo é um ser complexo e de saúde frágil. Descuidos em seus cuidados podem deixá-los doentes ou até mesmo levá-los à morte. Sem contar as apresentações em exposições e leilões animais que indicam muitas vezes o alto investimento financeiro realizado por seus proprietários. A tarefa do hipologista vai além de treinar o equino para competições, a preocupação maior fica concentrada nos cuidados e saúde do animal.
Este tecnólogo pode gerenciar empresas do ramo equestre (Haras, Clubes Hípicos e Escolas de Equitação). Cuidar do bem-estar físico e da nutrição do animal e determinar métodos de adestramento e treinamento para esportes e competições; acompanhar atividades de turismo e recreação que envolva animais eqüestres; pode envolver-se com vendas e marketing relacionadas com o mercado de cavalos; coordenar e organizar eventos equestres e trabalhar com Equinoterapia, que emprega a montaria no tratamento de deficiências físicas e mentais; e realiza a avaliação e treina o animal em termos de equilíbrio, postura e conformação dos músculos e reflexos. O objetivo maior na profissão é obter o máximo desempenho físico e comportamental dos animais, preservando sua saúde.
Apreciar o trabalho ao ar livre e contato com os animais. Expressar o espírito empreendedor. Demonstrar boa capacidade de relacionamento e comunicação. Interessar-se pelo estudo das relações entre fauna e o meio ambiente. Ter habilidade para lidar com máquinas e equipamentos.
Capacidade de análise, planejamento, organização, atualização constante, apreciar atividades práticas e manuais, habilidade para resolver problemas, capacidade de liderança, adaptação às situações diversas, trabalho sob pressão, criatividade, flexibilidade, gostar de trabalhar no campo, saber lidar com pessoas, curiosidade, atenção aos detalhes. Perfil empreendedor sempre buscando oportunidades de negócios e habilidade com cálculos.
O Brasil é o quarto país do mundo em número de cavalos com 5,9 milhões de cabeças. A comercialização, criação, leilões e indústria de alimentos, movimentam mais de 7,5 bilhões de reais por ano e gera mais de 3 milhões de empregos, diretos ou indiretos no país. O setor abre espaço para este profissional pelo conhecimento técnico e qualificação necessária aos cuidados com este animal. O empreendedorismo é reforçado nas matérias de Marketing do Cavalo e Gerenciamento da Indústria Equina. saiba mais »
A profissionalização do setor abre espaço para esse tecnólogo que pode realizar parcerias com veterinários e zootecnistas. As principais atividades desempenhadas por este tecnólogo são o gerenciamento de haras, a direção ou assessoria de estabelecimentos de preparação e treinamento e fazendas. Atua também com o treinamento, o adestramento e o preparo de animais para exposições. Podem surgir oportunidades em associações hípicas, centro de reabilitações, prefeituras e jóqueis clubes, especialmente na região Sul e nos estados de Minas Gerais e São Paulo.
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